Congressos Anteriores

O I CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS  foi organizado pelo Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.

Subordinado ao tema “Saber e Imaginar o Social. Desafios às Ciências Sociais em Língua Portuguesa”, o Congresso reuniu cientistas sociais de Portugal, do Brasil e dos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP).

Foi neste congresso que se reforçou a relevância do intercâmbio científico entre pesquisadores de ciências sociais em língua portuguesa, tendo surgido a ideia da continuidade dos congressos luso-afro-brasileiros.

 O II CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO foi organizado pelo Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, tendo sido o primeiro congresso realizado no Brasil.

As grandes linhas de discussão giraram em torno das consequências e desafios da modernidade nas sociedades semiperiféricas do espaço luso-afro-brasileiro. Entre outros aspectos, o programa deste Congresso teve a particularidade de oferecer três cursos: africanidade, cultura brasileira e cultura portuguesa, tendo-se debatido o fenómeno da multiculturalidade.

Em 1994, o III CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS foi organizado pelo Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa realizado na Fundação Calouste Gulbenkian. 

Subordinado ao tema “Dinâmicas Culturais: novas faces, outros olhares”, o Congresso centrou-se nos novos desafios criados pelas sociedades multiculturais e no papel das ciências sociais no estudo das relações daí emergentes. Foi deste Congresso que resultou o lançamento da Bolsa afro-luso-brasileira de Ciências Sociais, atribuída anualmente pelo Instituto de Ciência Sociais da Universidade de Lisboa.

Em 1996, o IV CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, realizado no Rio de Janeiro, esteve a cargo do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS-UFRJ), tendo tido como tema “Territórios da Língua Portuguesa – Culturas, Sociedades e Políticas no Mundo Contemporâneo”.

Neste Congresso foi discutida a criação da «Associação Luso-Afro-Brasileira de Ciências Sociais», que seria encarregada da organização dos congressos futuros, de um intercâmbio mais sistemático entre os interessados e da publicação de uma revista.

Em 1998, teve lugar o V CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, o primeiro realizado em África.

Foi organizado pela Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo. O congresso abarcou um leque variado de temas-base: Segurança das Sociedades, Novas Democracias, Artes e Sociedades, Populações e Territórios e Oceano Índico. No âmbito deste congresso decidiu-se constituir a Associação de Ciências Sociais e Humanas em Língua Portuguesa (ACSHELP) e o lançamento de uma publicação própria, a revista Travessias, apresentada como a revista da Associação de Ciências Sociais e Humanas em Língua Portuguesa.

Em 2000, o VI CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se no Porto. Subordinado ao tema “As Ciências Sociais nos espaços de língua portuguesa: balanços e desafios”, a sua organização esteve a cargo do Centro Leonardo Coimbra da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Em 2002, o VII CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se uma vez mais no Rio de Janeiro. Ao definir como tema dominante “As Linguagens da Lusofonia”, a organização procurou problematizar essa noção da língua partilhada, ao abordar a questão da diversidade das comunidades falantes da língua portuguesa. A organização do Congresso esteve a cargo do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ)/Universidade Cândido Mendes.

Em 2004, o VIII CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se uma vez mais em Coimbra, tendo sido organizado pelo Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra. Com o título “A questão social no novo milénio”,  debateu-se um tema transversal que sempre foi objecto de reflexão no vasto leque das ciências sociais, seja no sentido da manutenção de mecanismos de integração social, seja no âmbito de processos de reivindicação por parte de sindicatos e movimentos sociais em vista de uma sociedade mais justa e solidária (http://www.ces.uc.pt/lab2004/).

Em 2006, o IX CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se em Luanda. O tema deste congresso, “Dinâmicas, mudanças e desenvolvimento no século XXI”, abordou problemáticas com que se defrontam as sociedades modernas. Os painéis apresentados responderam a preocupações comuns aos países participantes possibilitando, ao mesmo tempo, expressões diferenciadas de identidades e idiossincrasias societais/nacionais (http://ebookbrowse.com/ix-congresso-luso-afro-brasileiro-de-ciencias-sociais-pdf-d72607998).

O X CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se em Braga em 2009, tendo sido organizado pela Universidade do Minho. Sob o título “Sociedades desiguais e paradigmas em confronto”, o tema do congresso centrou-se na questão da diversidade e complexidade de realidades sociais em sociedades geográfica, histórica e sociologicamente diferenciadas como as lusófonas – desiguais entre si a nível territorial, económico, político e cultural. Os painéis problematizaram a globalização, confrontando as diversas mundividências e paradigmas teóricos em presença (http://xconglab.wordpress.com/).

O XI CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se em 2011  no Brasil (Salvador) tendo sido organizado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). O congresso teve como tema “Diversidades e (Des)Igualdades” abarcando onze “eixos temáticos” ligados aos temas das religiosidades, direitos e cidadanias, cultura e pluralismos, saúde, memória,
territorialidades, conflitos, literaturas e artes, Estado, ciência
e recursos naturais. Foi neste congresso que, em Assembleia Geral, se criou a AILPcsh, tendo sido aprovados os seus estatutos e eleitos os órgãos sociais para o primeiro mandato da associação (http://www.xiconlab.eventos.dype.com.br/).